Hoje à tarde fomos dar um passeio até à Feira de Santa Iria onde comemos farturas, pão com chouriço e andámos em algumas diversões. Foi uma tarde muito divertida!
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Demonstração da Equipa Cinotécnica da BA5 - Monte Real
Durante o dia 20 de outubro de 2014, em comemoração do Dia Nacional da Paralisia Cerebral, decorreu no Centro de Atividades Ocupacionais do CIRE uma demontração da Equipa Cinotécnica da Base Aérea Nº5 - Monte Real para os utentes das valência CAO e para os formandos da valência CRP. Todos os participantes gostaram muito da experiência e a empatia entre os utentes/formandos e os cães foi evidente.
No âmbito do segundo ano da comemoração do Dia Nacional da Paralisia Cerebral em Portugal, o CIRE decidiu agraciar os seus utentes com um dia diferente daqueles a que estão habituados. Como tal, solicitou-se à Base Aérea Nº5 - Monte Real que, face à data especial, se disponibilizasse para fazer uma demonstração com alguns elementos da sua Equipa Cinotécnica nas nossas instalações, uma vez que se tinha o conhecimento que a BA5 já se tinha associado a iniciativas semelhantes em Instituições congéneres.
Por terem considerado a solicitação do CIRE da maior relevância, uma vez que visava desmistificar alguns preconceitos relacionados com a Paralisia Cerebral e mostrar à sociedade os problemas e desafios que sofrem diariamente as pessoas com paralisia cerebral e as suas famílias, a exibição Cinófila foi autorizada a ser realizada no dia 20 de Outubro, na nossa instituição.
Esta demonstração foi feita por três treinadores e 2 cães militares da Equipa Cinotécnica da BA5 - SOLD / Rúben Vale acompanhado pelo cão militar "Amor"; 1CAB / Diogo Santos acompanhado pelo cão militar "Baldo"; 1SAR / João Maximiano - e teve duas partes distintas: uma de manhã para os utentes da valência CAO e outra à tarde para os formandos da valência CRP. O que é facto é que ambas foram muito apreciadas pelos seus participantes.
No final de cada atuação houve ainda tempo para alguma interação bastante positiva entre os espetadores e os cães militares, o que deixou todos muito bem dispostos e animados.
Por terem considerado a solicitação do CIRE da maior relevância, uma vez que visava desmistificar alguns preconceitos relacionados com a Paralisia Cerebral e mostrar à sociedade os problemas e desafios que sofrem diariamente as pessoas com paralisia cerebral e as suas famílias, a exibição Cinófila foi autorizada a ser realizada no dia 20 de Outubro, na nossa instituição.
Esta demonstração foi feita por três treinadores e 2 cães militares da Equipa Cinotécnica da BA5 - SOLD / Rúben Vale acompanhado pelo cão militar "Amor"; 1CAB / Diogo Santos acompanhado pelo cão militar "Baldo"; 1SAR / João Maximiano - e teve duas partes distintas: uma de manhã para os utentes da valência CAO e outra à tarde para os formandos da valência CRP. O que é facto é que ambas foram muito apreciadas pelos seus participantes.
No final de cada atuação houve ainda tempo para alguma interação bastante positiva entre os espetadores e os cães militares, o que deixou todos muito bem dispostos e animados.
Cabe ao CIRE agradecer à Base Aérea Nº5 de Monte Real e em particular aos elementos da Equipa Cinotécnica que se deslocaram até à nossa instituição para promoverem um dia cheio de sorrisos e boa disposição aos nossos utentes, demonstrando um caráter muito nobre, um elevado espírito de solidariedade e, sobretudo, um elevado profissionalismo. Um grande obrigado vindo do CIRE. Bem hajam!
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
A Festa da Ana Paula
No dia 20 de outubro a nossa utente Ana Paula celebrou o seu 36º aniversário e teve direito a um bonito bolo que gostou muito de partilhar com os seus colegas e monitora. Muitos parabéns!!!!
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Yoga do Riso no CAO
Decorreu ontem à tarde, depois do horário laboral, uma aula de Yoga do Riso aberta à participação dos colaboradores do CIRE que estivessem interessados. Esta iniciativa decorreu no Ginásio do CAO e correspondeu a experiência muito interessante para todas as participantes que demonstraram vontade de um dia voltarem a repetir esta modalidade de relaxamento.
O Yoga do
Riso é uma modalidade de relaxamento através do riso, cujas sessões são dinamizadas por líderes nesta prática para um grupo de pessoas,
preferencialmente com mais do que 15 participantes.
A nossa sessão, que decorreu ontém no ginásio, do CAO teve inicio com uma curta
introdução sobre os benefícios do riso. Posteriormente foram feitos alguns alongamentos,
exercícios de respiração e exercícios de simulação do som da
gargalhada.
No início,
as nossas colaboradoras só precisavam de emitir o som do riso, mas gradual e
espontaneamente, o riso natural começou a surgir até que tornou contagiante.
Ao longo da sessão, todas as participantes circularam pelo ginásio repetindo diferentes tipos de
gargalhadas que as líderes exemplificavam e o riso ia-se aprofundando cada vez mais até chegar a um ponto em que as nossas colaboradoras "quase já não se aguentavam em pé".
Posto isto, foram convidadas a sentarem-se e posteriormente a deitarem-se para despejarem até ao
fim as gargalhadas.
Quase no final da sessão, com uma
música suave e embaladora, as participantes relaxaram e sentiram no corpo o efeito
transformador deste maravilhoso método.
Por fim houve um momento de introspeção acerca da sessão de Yoga do Riso em que cada participante pôde expor as susas opiniões sobre a experiência que tinha acabado de sentir.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Reunião Grupo de Auto-Representação do CIRE
No dia 15 de outubro de 2014 decorreu no Centro de Atividades Ocupacionais a primeira reunião alargada aos vários serviços que o Grupo de Auto-Representação do CIRE (GAU) abrange, com o objetivo de ser feita uma troca de ideias e opiniões entre os representantes, tendo em vista a melhoria continua da qualidade dos serviços prestados na nossa instituição.
Durante esta reunião, que contou com a participação de representantes das várias valências do CIRE, fomentou-se o clima de proximidade no que diz respeito à troca de ideias entre todos os clientes/utentes. De facto, são eles que são a parte interessada mais direta e, como tal, as suas opiniões e sugestões têm que ser levadas em primeira linha de conta.
Esta experiência foi sentida por todos como bastante vantajosa, na medida em que cada um pôde expressar-se acerca daqueles que para si eram os aspetos mais e menos positivos na nossa instituição.
Neste sentido, foi feito um levantamento dos aspetos mais relevantes que foram discutidos durante esta reunião para que os mesmos pudessem ser devidamente analisados pela Direção da instituição, com o intuito de se poder promover a melhoria da qualidade de vida de todos aqueles que frequentam a nossa instituição.
Neste sentido, foi feito um levantamento dos aspetos mais relevantes que foram discutidos durante esta reunião para que os mesmos pudessem ser devidamente analisados pela Direção da instituição, com o intuito de se poder promover a melhoria da qualidade de vida de todos aqueles que frequentam a nossa instituição.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
CAO 4 - "Todos Diferentes, Todos Iguais"
A sala CAO 4 no Centro de Atividades Ocupacionais do CIRE, orientada pela monitora Celeste Lourenço, é frequentada diariamente por vários utentes com caraterísticas muito especiais e com diferentes apetências para a realização das tarefas propostas pela monitora.
O grupo do CAO 4 é composto por 18 utentes - Andreia Barata, Bruno Homem, Carolina Oliveira, Carlos Freitas, Cláudia Vanessa, Elvira Oliveira, Fátima Madeira, Leonel Lopes, Letícia Monteiro, Luís Filipe, Luís Sousa, Manuela Pérsio, Márcio, Marco António, Pedro Sousa, Rodrigo Branco, Rui Pinto e Tó Zé - cujo espetro de idades vai desde os 17 anos - Marco António - até aos 52 anos - Carlos Freitas e Fátima Madeira - o que representa uma grande heterogeneidade que, aliada às suas personalidades bastante marcadas, representa a cada dia um enorme desafio para a monitora Celeste que tenta arranjar a melhor forma de manter o equilíbrio entre todos.
Para tal, a monitora desta sala preocupa-se em atribuir tarefas específicas a cada um dos utentes, de acordo com as suas capacidades, para que estes se possam sentir mais motivados e sobretudo capazes de corresponder aos objetivos que lhes são propostos.
Para tal, a monitora desta sala preocupa-se em atribuir tarefas específicas a cada um dos utentes, de acordo com as suas capacidades, para que estes se possam sentir mais motivados e sobretudo capazes de corresponder aos objetivos que lhes são propostos.
O utente Pedro Sousa, por exemplo, está muito ligado à componente musical tanto dentro como fora da sala CAO 4 e, como tal, a monitora Celeste achou interessante explorar esse gosto e proporcionar-lhe a possibilidade de expandir os seus horizontes musicais por intermédio de um órgão. Desta forma, não só o Pedro se sente muito mais entusiasmado por saber que vai fazer o que gosta, mas também os seus colegas se sentem muito mais descontraídos a realizar as suas próprias tarefas ao som melodioso do órgão tocado pelo colega Pedro.
Por vezes, a alegria chega a ser tanta que se dão mini-concertos na sala CAO 4, uma vez que ao som do órgão se juntam as vozes de alguns utentes da sala, como é o caso do Rui Pinto e da Letícia Monteiro.
Ainda no âmbito artístico existe um utente desta sala, o Tó-Zé, que prefere dedicar-se integralmente à realização das suas pequenas grandes obras de arte: desenhos minuciosos criados a partir de dezenas de formas diferentes com recurso a materiais que aparentemente já não teriam mais nenhum uso, ou seja, que poderiam ser considerados lixo.
O Tó-Zé desde há uns anos para cá que se tem dedicado à realização de centenas de trabalhos destes tendo até já tido a oportunidade de expor algumas dessas obras em Lisboa. Para já, o Tó-Zé continua a alargar o seu "património" tendo sempre em mente a possibilidade de um dia voltar a fazer uma nova exposição dos seus trabalhos, mostrando ao público aquilo de que é capaz mesmo apesar das suas limitações.
Mas, não é só de arte que esta sala "vive" mesmo porque no CAO 4 existe também espaço para a continuação da escolarização promovendo a cimentação dos conhecimentos e noções básicas que alguns dos utentes - Rui Pinto, Carolina Oliveira, Manuela Pérsio, Cláudia Vanessa e Rodrigo Branco - já foram adquirindo ao longo dos anos, nomeadamente ao nível da escrita, leitura e contagem. Para tal, são realizadas fichas de trabalho temáticas que incidam sobre diversos temas simples mas bastante importantes para a vida em sociedade.
No âmbito da adaptação à vida em sociedade, a monitora Celeste procura ainda que os seus utentes interajam diretamente com a sociedade pelo menos uma vez por semana, através da realização de um treino de autonomia que promove a socialização. Este treino consiste numa ida ao café todas as quintas-feiras depois do almoço, em que cada um dos utentes leva o seu próprio dinheiro e paga a sua própria despesa, com o intuito de lidarem de perto com o dinheiro e melhor compreenderem o seu valor.
No caso específico do casal de namorados Elvira e Luís Filipe a dinâmica de pagamentos dos cafés é ligeiramente diferente dos demais colegas porque em vez de cada um pagar simplesmente o seu café em cada ida ao café, eles preferem pagar cada um uma semana.
Ainda a propósito dos namoros, nesta sala existem 3 pares de namorados - Elvira Oliveira e Luís Filipe, Cláudia Vanessa e Carlos Freitas, Fátima Madeira e Tó-Zé - e mais 2 utentes que têm namoros com utentes de outras salas - Rui Pinto e Isabel Canário (CAO 2), Bruno Homem e Andreia Faria (CAO 7) - o que representa que claramente o "amor anda no ar" nesta sala.
No que concerne ao grau de autonomia dos utentes que frequentam esta sala, pode dizer-se que excetuando a utente Andreia Barata, que necessita de apoio nas idas à casa de banho e às refeições (cortar a comida), e o utente Rodrigo Branco, que necessita de supervisão para descer as escadas e para levar/arrumar o seu tabuleiro do almoço, os demais utentes são bastante autónomos e possuem uma considerável desenvoltura no que diz respeito à realização de tarefas do quotidiano.
A monitora Celeste conta já com 33 anos ao serviço da nossa instituição tendo já passado pela antiga Educacional, onde estava ligada à música e às AVD's, e pelo Centro de Atividades Ocupacionais onde permanece até hoje e já foi responsável pelo grupo CAO 7. Atualmente orienta o CAO 4.
Para a monitora do CAO 4 o "Importante é sentirem-se felizes e não oprimidos, embora também tenham que ter regras" e é muito por causa desta postura por parte da orientadora deste grupo que se consegue alcançar uma certa harmonia entre todos os utentes que frequentam esta sala. O carinho e compreensão entre a monitora e os utentes é uma realidade inegável que é muito bem observável a cada interação nesta sala.terça-feira, 14 de outubro de 2014
Muito Obrigado D. Esperança Cacheiro
A auxiliar Esperança Cacheiro cessa hoje as suas funções na nossa instituição, que tiveram a duração de um ano e foram desempenhadas através Centro de Emprego.
A entrada para a nossa instiruição representou para a D. Esperança o primeiro contato com uma realidade desta natureza, uma vez que nunca nas sua experiência profissional passada havia feito nada semelhante. Como tal, o inicio desta relação laboral foi muito desafiadora e fora da sua zona de conforto.
Todavia, com o passar do tempo, foi tomando o gosto por aquela que era a realidade diária do CIRE e foi-se afeiçoando a cada utente sem olhar às suas limitações ou condições. Claro está que o apoio e os ensinamentos feitos por parte da vigilante Susana Gaspar (CAO 2) foram imprescindíveis para que a D. Esperança se pudesse "ambientar" e "moldar" mais facilmente a esta nova realidade que a acompanhou durante este último ano.
Todavia, com o passar do tempo, foi tomando o gosto por aquela que era a realidade diária do CIRE e foi-se afeiçoando a cada utente sem olhar às suas limitações ou condições. Claro está que o apoio e os ensinamentos feitos por parte da vigilante Susana Gaspar (CAO 2) foram imprescindíveis para que a D. Esperança se pudesse "ambientar" e "moldar" mais facilmente a esta nova realidade que a acompanhou durante este último ano.
Esta auxíliar teve ao longo da sua passagem pelo CIRE a oportunidade de lidar de perto com uma das salas mais complexas da nossa instituição, o CAO 2, que exigiu dela uma enorme preparação fisica e sobretudo psicológica para o desempenho das atividades que diariamente tinham que ser realizadas neste espaço e que iam desde a mudança de fraldas, banhos, medicação, limpeza da sala, higiene pessoal dos utentes até à própria alimentação dos mesmos.
A sala CAO 2 é frequentada por utentes que possuem um elevado grau de dependência e que têm necessidades muito especificas que foram respondidas da melhor forma possível durante este último ano pelo enorme empenho e dedicação da vigilante Susana Gaspar (CAO 2) juntamente com a sua ajudante Esperança Cacheiro, que tudo fizeram para promover a criação de condições para uma melhor qualidade de vida dos utentes, sempre dentro do possível.
O profissionalismo, entrega, dedicação e carinho para com todos os utentes da nossa instituição são realmente dignos de reconhecimento e facilmente observáveis na enorme cumplicidade foi sendo criada entre esta auxiliar e os mesmos. A D. Esperança está de parabéns pela forma disciplinada como desempenhou as funções que lhes foram incumbidas e o CIRE deseja-lhe a maior sorte para o seu futuro profissional, porque é merecedora. Bem haja!
TESTEMUNHO
"Se gostei de trabalhar no CIRE? Não se nota?! Isso nem é preciso perguntar: gostei muito de trabalhar nesta instituição e sobretudo adorei a oportunidade de lidar diretamente com os meninos da sala CAO 2. Levo daqui muitas e boas recordações de cada um dos meninos e nunca me hei-de esqueçer deste ano que aqui passei."
Esperança Cacheiro (auxiliar CAO 2)
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Atelier 1 - O Lugar Onde as Ideias Ganham Forma
O Atelier 1 do Centro de Atividades Ocupacionais, orientado pela monitora Teresa Duarte, é um espaço que funciona por grupos, de forma rotativa e sequencial. Em cada dia esta sala é frequentada por um grupo de jovens distinto, que procuram explorar a sua vertente mais artística, ao mesmo tempo que melhoram continuamente a sua destreza e habilidade manual.
Este espaço desenvolve diariamente diferentes atividades lúdicas que se adequam sempre às capacidades dos grupos que o frequentam, sendo a reciclagem de papel a atividade principal desta sala e, naturalmente, a que envolve um maior número de utentes devido à sua complexidade.
Esta atividade promove a sequenciação, a destreza manual, a coordenação óculo-manual e a capacidade de aprendizagem, ao mesmo tempo que impulsiona o tempo de concentração dos utentes.
Importa referir que, para que todo o processo decorra da melhor forma possível, é feita uma divisão justa das tarefas pelos vários utentes que frequentam o Atelier 1 e que ficam responsáveis uma ou mais das seguintes etapas:
Etapa 1 - Cortar folhas de papel utilizadas em bocadinhos pequeninos;
Etapa 2 - Colocar o papel cortado num alguidar em água de um dia para o outro;
Etapa 3 - Escorrer a água do papel e colocá-lo num tacho com água limpa para que este possa ir ao lume durante mais ou menos 4 horas;
Etapa 4 - Adicionar orégãos/canela/lixívia (passo opcional, consoante a cor que se deseja dar ao papel);
Etapa 5 - Triturar o papel até de obter uma papa e depois colocá-la num alguidar grande com água limpa;
Etapa 6 - Colocar uma rede plástica entre dois quadros de madeira de tamanho A4 e prender com 4 molas;
Etapa 7 - Mexer a mistura de papel com uma colher para posteriormente inserir o quadro com a rede dentro da mistura;
Etapa 8 - Puxar o quadro de madeira para cima na posição horizontal e deixar escorrer o excesso de água antes de pousar o quadro na bancada para se poderem retirar as molas e o quadro da parte superior;
Etapa 9 - Colocar as redes com o papel a escorrer em catres plásticos e posteriormente estendê-las ao ar livre de um dia para o outro;
Etapa 10 - Separar a rede plástica da folha de papel e em seguida preparar as folhas para irem à prensa (fazer "sanduiches" de folhas recicladas com folhas A4 brancas normais);
Etapa 10 - Colocar as folhas na prensa manual e deixar de um dia para o outro;
Etapa 11 - Limpar e arrumar todo o material e equipamento utilizado no processo.
No Atelier 1 existem ainda alguns utentes que são responsáveis pela produção de envelopes de papel para os talheres, através da dobragem simples da folha, corte e colagem da mesma. Todos os meses os nossos utentes têm que realizar cerca de 2000 envelopes para os talheres, uma vez que em cada dia se gastam em média cerca de 100.
Esta atividade promove a sequenciação, a destreza manual, a coordenação óculo-manual e a capacidade de aprendizagem, ao mesmo tempo que impulsiona o tempo de concentração dos utentes.
Importa referir que, para que todo o processo decorra da melhor forma possível, é feita uma divisão justa das tarefas pelos vários utentes que frequentam o Atelier 1 e que ficam responsáveis uma ou mais das seguintes etapas:
Etapa 1 - Cortar folhas de papel utilizadas em bocadinhos pequeninos;
Etapa 2 - Colocar o papel cortado num alguidar em água de um dia para o outro;
Etapa 3 - Escorrer a água do papel e colocá-lo num tacho com água limpa para que este possa ir ao lume durante mais ou menos 4 horas;
Etapa 4 - Adicionar orégãos/canela/lixívia (passo opcional, consoante a cor que se deseja dar ao papel);
Etapa 5 - Triturar o papel até de obter uma papa e depois colocá-la num alguidar grande com água limpa;
Etapa 6 - Colocar uma rede plástica entre dois quadros de madeira de tamanho A4 e prender com 4 molas;
Etapa 7 - Mexer a mistura de papel com uma colher para posteriormente inserir o quadro com a rede dentro da mistura;
Etapa 8 - Puxar o quadro de madeira para cima na posição horizontal e deixar escorrer o excesso de água antes de pousar o quadro na bancada para se poderem retirar as molas e o quadro da parte superior;
Etapa 9 - Colocar as redes com o papel a escorrer em catres plásticos e posteriormente estendê-las ao ar livre de um dia para o outro;
Etapa 10 - Separar a rede plástica da folha de papel e em seguida preparar as folhas para irem à prensa (fazer "sanduiches" de folhas recicladas com folhas A4 brancas normais);
Etapa 10 - Colocar as folhas na prensa manual e deixar de um dia para o outro;
Etapa 11 - Limpar e arrumar todo o material e equipamento utilizado no processo.
Terminado o processo de reciclagem do papel, o produto final pode ser utilizado em diferentes projetos, como é o caso dos convites de casamento.
Todavia, nesta sala são também feitos brindes e convites para todas as ocasiões que têm por base diferentes materiais, sendo altamente personalizáveis de acordo com as ideias do cliente.
No âmbito desta sala existe ainda espaço para a elaboração de sacos de papel através da utilização das técnicas de dobragem corte e colagem já bem conhecidas pelos utentes. Estes sacos são posteriormente utilizados na Lojinha do CIRE - CIRE Arte.
Para a realização de todas estas atividades de uma forma correta e ordenada é imprescindível a presença de uma monitora paciente mas com "pulso firme", focada na passagem diária dos seus conhecimentos aos utentes, com o intuito dos mesmos continuarem a evoluir e a desabrochar de uma forma lúdica e benéfica para eles.
A monitora Teresa Duarte conta já com mais de 25 anos ao serviço da Instituição, tendo já passado pela antiga Educacional e pelo Centro de Atividades Ocupacionais onde permanece até hoje e já foi responsável pelo grupo CAO 6, pelo Atelier 2 e atualmente orienta o Atelier 1.
A sua entrega, dedicação e amor pelos utentes e pelo que faz são evidentes, espelhando-se diariamente em todo o trabalho realizado pelos utentes que frequentam esta sala artística do Centro de Atividades Ocupacionais.
A sua entrega, dedicação e amor pelos utentes e pelo que faz são evidentes, espelhando-se diariamente em todo o trabalho realizado pelos utentes que frequentam esta sala artística do Centro de Atividades Ocupacionais.
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